Taças bico de jaca: tendência retrô

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O charme e as cores marcantes das taças bico de jaca estão de volta. Elas tiveram seu auge, no Brasil, entre as décadas de 60 e 80. Na época, marcavam presença obrigatória nas festas mais sofisticadas ou eram oferecidas aos noivos como presentes requintados de casamento.

Na década de 90 e anos 2000, no entanto, elas passaram a ser consideradas cafonas e foram parar no fundo dos armários.

 

Apesar das formas clássicas, as taças bico de jaca são versáteis e podem ser combinadas com louças, talhares ou sousplats modernos. As cores vivas as colocam em destaque na mesa, o que deve ser equilibrado com as outras peças. As taças âmbar (foto acima) ou as transparentes com fio dourado são as mais fáceis de serem combinadas.

tacas bico de jaca

Portuguesa, com certeza

Atualmente, a maioria das taças bico de jaca são importadas da China (como milhares de outros produtos contemporâneos), mas sua origem é lusitana. Também chamadas de “biquinhos” ou “ponta de diamante”, elas começaram a ser produzidas, em Portugal, no fim do século 19.

Nessa época, a lapidação era feita manualmente. Décadas depois, o trabalho passou a ser feito por prensas, método que dura até hoje. A primeira referência documental de que se tem notícia sobre as taças bico de jaca é  um catálogo da Nova Fábrica de Vidros da Marinha Grande, que data o ano de 1901.

A Marinha Grande é considerada a capital portuguesa dos vidros desde 1769, quando foi fundada na cidade a Real Fábrica de Vidros. As peças produzidas nos dias de hoje são comercializadas pelo Depósito da Marinha Grande.

Um Comentário

  1. Prezados,

    Aonde encontro taças bico de jaca azul para alugar para festa no RJ?

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